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Valor da multa gravíssima

A lei 13.281 efetuou uma alteração do valor da multa gravíssima e além disso de todas as outras infrações. Em linhas gerais, atualmente o valor desse tipo de multa sobre para R$ 293,47 e vai gerar 7 pontos na CNH do motorista.

Vale destacar que o valor da multa gravíssima nesses casos pode ser multiplicado por 3,5,10 ou até 60 vezes. Desse modo, os valores podem ser de R$ 2.934,70 (10x), R$ 1467,35 (5x) e até mesmo de R$ 880,41 (3x).

No caso especifico do artigo 253-A, a multa que está prevista no parágrafo primeiro e irá custar R$ 243,47 multiplicado por 60. O mesmo vai totalizar R$ 17.608,20 e ter atenção nisso é essencial, pois evita maiores riscos.

Valor da multa gravíssima: Todas as informações

Algumas medidas foram realizadas no CTB (Código de Trânsito Brasileiro) e foram aprovadas em 2016. Sendo assim, existiu uma grande atuação e o valor da multa gravíssima saiu de R$ 191,54 e foi para R$ 293,47.

A ideia central era ser o mais rígido possível e punir os condutores pelo bolso, pois ações de conscientização não funcionavam mais. Esse aumento foi de 65% e um dos maiores da história, em seguida as punições foram maiores.

A princípio esse aumento gerou uma grande reclamação e muitos argumentavam que era muito elevado. No entanto, vale lembrar que desde o ano 2000 não existia qualquer reajuste e foi mais do que justo subir em 65%.

Sem contar o fato de o valor de R$ 191,54 no ano 2000, representava muito mais dinheiro do que atualmente. Fato é que o valor dessas multas não assustava mais os motoristas e por isso foi preciso proceder dessa forma.

De modo geral, também existiam algumas infrações que foram atualizadas e acabou gerando algumas dúvidas. Uma vez que essas opções fizeram com que as infrações médias e as graves fossem citadas como gravíssimas.

O objetivo central desse texto funcionar como uma espécie de “Doutor Multas”, ou seja, mostrar todas as informações. A partir de agora será mais simples de saber o valor da multa gravíssima e procurar estar indo sempre além.

Valores das Multas de Trânsito 2019

Conforme citado anteriormente, desde 2016 os valores foram atualizados e tudo está previsto pela legislação brasileira. Dessa forma, todo motorista que for penalizado será notificado e em seguida precisará pagar esse valor.

Obviamente que caso a multa seja cancelada não será preciso proceder assim, porém isso é bem raro. A lei 13.281, assim sendo, alterou os valores das multas previstas pelo CTB e segundo as informações tudo mudou, ficando desse modo:


 “Art. 258. As infrações que forem punidas com multa classificam-se, de acordo com sua gravidade, em quatro distintas categorias:


I– Toda Infração de natureza gravíssima, punida com multa no valor de R$ 293,47;
II– Infração de natureza grave, punida com multa no valor de R$ 195,23;
III– Toda infração de natureza média, sendo punida com multa no valor de R$ 130,16;
IV– Infração de natureza leve, punida com multa no valor de R$ 88,38;”

Além de todas essas informações citadas acima, a legislação de trânsito prosseguiu e endureceu a penalidade de outras infrações. Por exemplo: o uso do celular agora dá 7 pontos e um valor de R$ 293, 47 a ser pago.

Cuidado especial com os valores da multa e a gravidade das multas

É muito comum confundir os valores da multa e também a gravidade que essas multas tiveram ou podem ter. Assim sendo, o Código de Trânsito Brasileiro divide as infrações indo sempre conforme a gravidade que existiu.

Será com base na gravidade, portanto, se é leve, média, grave e gravíssima que a lei determinará o valor da multa. Além disso, essa determinação irá ser referente aos pontos somados na carteira e ter atenção nisso é fundamental.

Dá para concluir que as multas gravíssimas irão ter um custo de 293,47 e ainda por cima mais 7 pontos na carteira. É essencial atentar-se a esse fator e sempre ponderar, porque caso algum problema acontecerá será cobrado esse valor.

Fator multiplicador

Em resumo, já deu para perceber o valor da multa gravíssima padrão e de R$293,47 e ainda existe uma novidade para todos. Trata-se do fator multiplicador e o funcionamento não é nada complicado, portanto, confira a seguir:

  • Esse fator é aplicado apenas em alguns casos de infrações;
  • As mesmas devem oferecer maior risco a segurança do trânsito;
  • Não será aplicado a todas.

O objetivo é simples e será preciso apenas multiplicar o valor da multa gravíssima podendo ser de 3, 5 ou 10. Vale lembrar que o número correto é de R$ 293,47 e segundo o Doutor Multas a conta é simples de ser feita, veja abaixo:

  • Dirigir alcoolizado- 293,47 X 10 = R$ 2.973,70
  • Dirigir com a CNH cassada ou mesmo suspensa- 293,47 X 3 = R$ 880,41
  • Dirigir com CNH de categoria errada- R$ 293,47 X 2 = R$ 586,94

Deu para perceber que o fator complicador irá incidir no valor da multa gravíssima, porém não na pontuação. Dessa forma, será descontado apenas os 7 pontos e não existirá 14 ou mesmo 21, porque essa não é a proposta.

Soma dos pontos

É do conhecimento de todos que o CTB efetuou a divisão das infrações conforme a sua gravidade principal. De modo a fazer com que seja estabelecido um sistema bem eficiente de pontos na CNH e não de outras questões.

Quando mais grave for essa infração, maior será o número de pontos que o motorista pode vir a receber. Certamente que essa soma será de pontos e conforme a gravidade: 3 (leve), 4 (media), 5 (grave) e 7 (gravíssima).

O condutor só poderá acumular no máximo 20 pontos no período de 12 meses e terá o direito de dirigir suspenso. Podendo ser de 6 meses e até um ano, porém tudo de acordo com as regras do artigo 261 do CTB.

Caso exista reincidência o prazo de suspensão subirá de 8 meses para 2 anos e tudo dependerá do caso. Portanto, o valor da multa será maior e também o perigo de perder a habilitação, não sendo uma combinação atraente.

Conclui-se que três infrações gravíssima em 12 meses serão suficientes para que a penalidade seja aplicada. É primordial destacar que esse prazo não será contado a partir de primeiro dia do ano até o 31 de dezembro.

Quando uma infração for cometida, esses pontos devem ser somados aos pontos das outras cometidas nos 12 meses anteriores. Para voltar a dirigir é preciso esperar passar o prazo de suspensão e fazer o curso de reciclagem.

Quais infrações suspendem o direito de dirigir?

Outra possibilidade de ter a carteira de habilitação suspensa é cometer uma das infrações como “autossupenstivas”. De modo geral, tudo será considerado grave e podem fazer com que imediatamente o motorista não possa mais dirigir.

É essencial mostrar que ao cometer algumas informações, o mesmo ficará impedido de dirigir e mesmo se não tiver cometido nenhuma outra infração anteriormente, confira a seguir quais são e evite de cair nesses problemas:

  • Artigo 165: dirigir sob o efeito do álcool.
  • Artigo 165-A: recusar-se a ser submetido ao efetivo teste do bafômetro.
  • Artigo 170: dirigir ameaçando os pedestres ou mesmo os demais veículos que estejam trafegando na via pública.
  • Artigo 173: disputar corrida, portanto o tão conhecido racha.
  • Artigo 174: promover ou mesmo participar de competição, eventos organizados, exibição e demonstração de perícia em manobra de veículo em vias públicas;
  • Artigo 175: usar o veículo para exibir manobra perigosa, mediante arrancada brusca, derrapagem ou até a frenagem com deslizamento ou arrastamento dos pneus.
  • Artigo 176: caso esteja envolvido em acidente com vítima, deixar de prestar socorro ou mesmo adotar providências para evitar perigo para o trânsito local.
  • Artigo 191: forçar a passagem entre veículos em operação de ultrapassagem arriscada.
  • Artigo 210: transpor sem autorização algum bloqueio viário policial.
  • Artigo 218, inciso III: transitar em velocidade de mais de 50% acima da velocidade máxima permitida.
  • Artigo 244, incisos I a V: conduzir uma motocicleta sem capacete, transportando passageiro também sem capacete. Ou mesmo, fazer malabarismos, com faróis apagados ou transportando criança menor de sete anos.
  • Artigo 253-A: utilizar veículo para interromper a circulação na via, de maneira deliberada.

Por fim, mas não menos importante, é adequado mostrar que o valor da multa gravíssima será elevado. Além disso, a CNH será cassada e a melhor medida é evitar esses riscos para que não aconteça.

Quais são os passos para recorrer?

Chega-se a ultima parte do artigo em que será mostrado como recorrer dessas multas, segundo as informações do Doutor Multas. Conforme é indicado pelos especialistas, o mais interessante é optar por buscar auxilio profissional.

Certamente todo o processo não é nada complicado e conhecer melhor é sempre a melhor decisão a ser tomada. De modo geral, são necessários apenas três passos e a seguir comece a conhecer melhor tudo.

Defesa prévia

De maneira geral, essa fase será aquela em que são indicados os possíveis erros no momento de atuação. Entretanto, é preciso que o próprio motorista proceda dessa maneira e apresente as informações ao órgão de trânsito.

É justamente na defesa previa que dá para mostrar que aquilo não está correto ou mesmo totalmente claro. Um bom exemplo é a placa, se a mesma não tiver visível é possível já indicar quando a notificação chegar até você.

Além disso, também é possível fazer a indicação do condutor que estava dirigindo ou mesmo pilotando. O mais interessante é aproveitar essa chance para ir inserindo as informações e ir conseguindo não sentir os efeitos disso tudo.

Imagine a situação em você foi multado por estar dirigindo sem capacete, porém não estava pilotando a moto naquele dia. Só que não existiu o flagrante e depois de alguns dias chegou a notificação na sua casa e perderá 7 pontos na carteira.

Dessa forma, é necessário indicar quem estava pilotando a moto e evitar assim que a multa chegue até você. No entanto, é preciso ficar atento e o prazo será de no mínimo 15 dias depois da entrega da notificação da multa.

JARI (Junta Administrativa de Recurso de Infração)

Caso o condutor tenha perdido o prazo ou não tenha a multa cancelada, após isso é preciso montar a sua defesa prévia. A legislação prevê uma segunda oportunidade e trata-se da JARI (Junta Administrativa de Recurso de Infração).

Uma vez que após esse recebimento da notificação de imposição dessa penalidade, será preciso recorrer. O objetivo é ser ouvido pelo órgão de trânsito e as JARIS são departamentos espalhados por todo o brasil, auxiliando nisso.

Trata-se da 1° instância a recorrer depois da defesa prévia e torna-se essencial apresentar todas as provas. Um bom exemplo é quando começa a chegar multas para você dando conta de que você estava trafegando em outra cidade.

Para situação especifica é permitido usar rastreadores, câmeras de segurança e até mesmo a quilometragem do carro. Saiba que depoimentos de pessoas e também pericias são provas que podem auxiliar a não “assumir a multa”.

Em tese, o prazo para proceder com a defesa junto a JARI é de 40 dias e precisa ser depois de receber a notificação da imposição da penalidade. O mais interessante é prestar atenção nesse prazo para evitar maiores problemas.

CETRAN e CONTRANDIFE

Se mesmo procedendo com os passos anteriores o pedido de cancelamento da multa não for aceito, será preciso ir para a 2° instância. Trata-se do Conselho Estadual de Trânsito (Cetran) ou (CONTRANDIFE) Conselho de Trânsito do Distrito Federal.

Esses órgãos são a autoridade máxima do Sistema Estadual de Trânsito (SET) e também do DF (Distrito Federal). Os mesmos são compostos por um presidente e precisa ser nomeado por um grande colegiado de membros.

Em suma, podem ser: conselheiros, governadores dos estados e até do DF, profissionais que já tem experiência. O principal é que todos comprovem que são exímios conhecedores da legislação de trânsito e assim poderão proceder.

Esse fato se dá pelo fato de existir toda uma segurança para recorrer dessas multas com mais assertividade. Nessa etapa, será fundamental apresentar os bons argumentos, porque facilita a sua defesa perante a esses profissionais.

Em síntese, torna-se essencial obedecer ao prazo para que a apresentação desse recurso aconteça da forma correta. De modo que tudo deve 30 dias e sempre após receber a recusa desse cancelamento por parte da JARI.

Se você precisa de ajuda para recorrer de sua multa, faça uma consulta gratuita do seu caso.

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Tudo que você precisa saber sobre transferência de veículo.

Para muitos, comprar um carro ou uma moto é a realização de um sonho. Mas, por se tratar de um bem material tão almejado por muitos brasileiros, a compra de um veículo deve ser feita com muito cuidado, para que o sonho não se transforme em pesadelo.

Existe um passo a passo para você não se perder em meio a tantos documentos e processos. Aqui, você encontrará todas as respostas que rondam a sua cabeça e tirar todas as suas dúvidas antes de fazer a transferência de veículo.

Vamos lá?

O que é transferência de veículo?

É o processo de mudança de proprietário de carros, motos ou outros tipos de veículos automotivos. Para que ela seja feita, é necessário emitir o Certificado de Registro de Veículo (CRV) e o Certificado de Registro e Licenciamento do Veículo (CRLV).

Um carro só pode ser veiculado se estiver com placa e registro. Assim como os seres humano, os veículos também possuem seu número de identidade chamado Registro Nacional de Veículos Automotores (Renavam).

Nesse documento, ficam registrados todas as informações referentes ao veículo, como o número Renavam, placa, chassi e dados do proprietário. Por isso, o registro deve ser renovado uma vez por ano, juntamente com o pagamento de tributos, como IPVA, DPVAT, taxas e multas.

Se um motorista for pego com esse licenciamento em situação irregular, será autuado e receberá uma multa de R$293,47, caracterizada de natureza gravíssima, o que significa o registro de 7 pontos na Carteira Nacional de Habilitação (CNH).

Cuidado na venda!

No momento da venda, esse registro também precisa estar devidamente regularizado. O controle dos proprietários dos automóveis é feito pelo Departamento Nacional de Trânsito (Denatran), por meio da Base Índice Nacional (BIN).

Logo, é sua responsabilidade manter suas informações sempre atualizadas no banco de dados do Denatran. Os dados do BIN e um novo CRV devem ser modificados e emitidos a cada transferência de veículo.

Cada estado do Brasil possui um Departamento Estadual de Trânsito (Detran). É ele que cuida dos processos relacionados ao emplacamento, licenciamento e transferência de veículos de determinada localidade.

Mesmo que a base de dados seja nacional, o controle é feito de forma estadual. Por isso, as placas dos carros apresentam cidade e estado, além de números e letras.

O proprietário ou um procurador devidamente autorizado deve ir ao Detran mais próximo e solicitar a transferência de veículo.

Existe mais de um tipo de transferência?

Sim. São duas: a de Localidade e a de Propriedade.

A primeira acontece quando o dono do veículo não muda, e sim a localização da sua residência. Essa mudança pode ser de cidade ou estado.

Já o segundo tipo de transferência ocorre quando o dono de um veículo vende o mesmo para outra pessoa.

Os processos para realizar a transferência são bem parecidos nos dois casos. Mas, aconselhamos que você procure o site do Departamento Estadual de Trânsito para ter todas as informações necessárias.

Quais são os documentos necessários para fazer a transferência de veículo?

Alguns estados solicitam documentos diferentes, mas na grande maioria dos lugares, esses são os documentos obrigatórios:

  • Original e cópia de documento com foto. Pode ser RG ou CNH
  • Cópias de comprovantes de residência dos últimos três meses. Esses documentos precisam estar em nome do comprador ou parente de primeiro grau
  • CRV preenchido pelo dono anterior, com firmas reconhecidas em cartório do vendedor e do comprador
  • Original e cópia do CRLV
  • Comprovantes de pagamento do IPVA, licenciamento e multas
  • Duas cópias do formulário Renavam
  • Número chassi do automóvel decalcado com duas cópias tiradas em etiquetas localizadas atrás do formulário Renavam
  • Comprovantes de que não existem débitos relacionados ao Renavam

Tenho que cumprir algum prazo?

Sim. O prazo de conclusão da transferência de veículo é de 30 dias.

É importante que o vendedor esteja bem atento a essa data, pois, depois que ela passar, ele será responsável solidário por infrações futuras cometidas em um veículo que ainda está em seu nome.

Além disso, você será multado em R$195,23 e perderá 5 pontos na carteira por infração grave.

Há mudanças no processo se o automóvel for de outra região?

As variações de localidade para outra são determinadas pelo Detran de cada estado. Geralmente, não há grandes mudanças no processo, apenas a mudança da cidade ou estado e o novo emplacamento.

Para fazer essa transferência, são solicitados os seguintes documentos:

  • CRLV
  • CRV original
  • Comprovante de pagamento de débitos (se houver)
  • Comprovante de residência
  • CNH

Se o veículo for financiado, ele também necessita de transferência para nova região. Para resolver essa questão, você precisará falar com a instituição financeira credora.

Cada estado tem sua tabela de taxas que são cobradas na transferência de carros e motos. Acesse o site ou ligue para o Detran da sua região e confira o passo a passo dos processos.

Feito isso, é hora de adquirir o emplacamento. Esse serviço é cobrado a parte e custa em média de R$150,00 a R$200,00, dependendo da sua localização.

Onde fazer a transferência?

O primeiro lugar que você precisa passar é o cartório. O vendedor precisa autenticar a assinatura no CRV antes de entregar o documento para o comprador, que deverá fazer o mesmo processo.

Lembre-se: só faça isso depois de verificar se o veículo possui dívidas, multas no Renavam ou atrasos no pagamento de multas.

Depois, é necessário agendar a vistoria no posto credenciado do Detran mais próximo de você. Lá, também serão feitas a emissão do documento e o emplacamento novo, em casos de mudança de região.

Quanto irei gastar?

Como já explicamos, os valores mudam conforme o Detran de cada estado. A taxa de transferência de veículo em São Paulo é de R$193,04. Já a do Rio de Janeiro e Minas Gerais são R$135,32 e R$159,32, respectivamente.

Consulte o Detran da sua região para não ter dúvidas nessa questão.

O que é dupla transferência de veículo?

É quando um vendedor quer vender um veículo que está no nome de outra pessoa. Para que esse processo se torne legal, é necessário fazer duas transferências: uma do proprietário atual para o vendedor e a outra do vendedor para o próximo dono do automóvel.

Mas, nem sempre a dupla transferência é feita dessa maneira. Certifique-se de que o vendedor do seu futuro o carro é realmente proprietário dele. Assim, você estará livre de sonegações e práticas ilegais.

Caso você perceba que essa situação está acontecendo, só feche a venda depois de ter certeza que a primeira transferência já foi feita, pois não é possível realizar apenas um desses processos para cobrir duas vendas.

Esses casos não se aplicam a veículos financiados. Ele constará como “alienado” no documento e não será um problema na negociação ou na venda.

Por que o comunicado de venda é essencial?

Muitos vendedores não dão a devida importância ao comunicado de venda e no futuro sofrem as consequências desse esquecimento.

Quando o proprietário não avisa que está vendendo um automóvel, ele corre sérios riscos de receber multas e delitos cometidos pelo futuro dono do carro.

Pode acontecer algo ainda pior. Se o novo proprietário cometer um crime ou ser responsável por um acidente com vítimas, o antigo dono pode responder judicialmente junto com ele.

Mesmo que seja possível fazer a transferências de multas, é bem melhor evitar esse tipo de situação, não é mesmo?

É bem simples fazer um comunicado de venda. Basta fazer o pedido no mesmo momento em que vendedor e comprador estiverem no cartório fechando o CRV.

Pode ser que o Detran do seu estado peça outro comunicado de venda. Se for assim, providencie para não ter problemas futuramente.

Dá para transferir um veículo com multa?

Para ter certeza de que o veículo que você está comprando não será um prejuízo no futuro, pesquise no site do Detran.

É possível sim transferir um veículo com multa. Até porque elas podem ser recorridas em outro momento.

Uma boa vantagem disso é o efeito suspensivo que esse processo gera. Você pode fazer a transferência normalmente e se o recurso não for deferido em última instância, o antigo proprietário pagará a multa.

Mas, não se esqueça que o recurso de multa pode ser feito em até três instâncias, o que pode prolongar bastante o seu problema.

Por isso, você tem 30 dias concedidos por lei para que a transferência esteja completa.

Como faço para transferir um automóvel financiado?

Dentro do documento de um veículo financiado, deve conter no CRV a informação de que ele está “alienado”. Isso vale para todas as modalidades de financiamento, exceto leasing.

Essa informação é registrada no Detran para que, se o carro for transferido junto com a dívida, ou seja, sem quitar o financiamento na transferência, a alienação também deverá ser inserida no documento do novo dono.

Mas então, qual o processo para transferir veículo em leasing?

Para quem não conhece bem o termo, leasing é quando um veículo financiado permanece no nome da financiadora. Ao final do tempo estipulado para pagamento, o dono decide se quer ficar com o automóvel ou devolver o bem ao banco.

Nesses casos, a transferência necessita de uma carta de anuência reconhecida em cartório e assinada pelo vendedor. No documento, o proprietário afirma estar desistindo da compra e transfere o veículo junto com suas dívidas para o comprador.

Bônus: Regras de transferência de veículo para São Paulo, Rio de Janeiro e Minas Gerais

São Paulo

O primeiro ponto das regras de transferência de veículos em São Paulo é a regularização de possíveis débitos impeditivos. O Detran do estado possibilita que as dívidas do carro sejam consultadas no site.

As taxas para transferência de veículo são de R$193,04 se o licenciamento do ano em curso já foi feito e R$278,28 se ainda não foi.

É necessário comunicar ao Detran o reconhecimento de firma em cartório. Feito isso, você não precisará realizar mais nenhuma outra ação nesse sentido.

O estado permite fazer o comunicado sem o documento de compra e venda, além de disponibilizar um passo a passo de como comunicar venda sem cópia autenticada do CRV.

Lembrando que, mesmo com essa permissão, comprador e vendedor ainda correm os mesmos riscos já mencionados acima por não terem o comunicado de venda.

Em todo caso, após ser verificado a existência de débitos e sua quitação, passa para o processo de comunicar a venda e depois é necessário marcar uma vistoria veicular.

É esse processo que irá permitir a emissão de um novo CRLV com os dados do novo dono do veículo.

Rio de Janeiro

Os procedimentos são bastante parecidos com os do estado de São Paulo. O que muda é a documentação exigida:

  • Original do CRV
  • Quando não houver a alínea C no CRV, o reconhecimento de firma por autenticidade é obrigação apenas do vendedor
  • Cópia autenticada em cartório do contrato social
  • Cópia da publicação do edital de convocação do leilão em Diário Oficial
  • Cópia autenticada em cartório do estatuto e da ata da última assembléia ou dos atos constitutivos
  • Certidão Negativa de Débito (CND) ou Certidão Positiva de Débitos com Efeitos de Negativa (CPD – EN)
  • Valor (Duda) código: 014-0 de R$135,32

Se o veículo foi comprado com financiamento (CDC/reserva de domínio), será cobrado o valor de outra Duda de R$150,36.

Existem casos especiais, onde são necessários alguns outros documentos, além dos citados acima. Para saber quais são eles, é só acessar o site do Detran do Rio de Janeiro.

Ao quitar os débitos, pagar os valores necessários, e entregar a documentação exigida, é só agendar a vistoria de transferência. Ao término dela, o documento novo será emitido.

Minas Gerais

Nesse estado, o valor da transferência de veículo é de R$159,32. Pessoas físicas devem ter em mãos os seguintes documentos:

  • Original e cópia do RG
  • Original e cópia do CPF
  • Recolhimento do DAE (Taxa de Transferência de Veículo)
  • CRV com firma reconhecida em cartório por autenticidade do vendedor e do comprador
  • Ficha de cadastro do Detran do estado preenchida e assinada pelo comprador
  • Após a aprovação do veículo, entregar o documento de vistoria do carro

Assim como nos outros estados, os compradores de carro devem se certificar de que o automóvel não possui débitos.

Em Minas Gerais, o formulário de transferência pode ser preenchido no site do Detran, facilitando o processo.

Não esqueça!

  • Os Detrans estão situados apenas nas capitais. Se você for de uma cidade no interior, procure um Ciretran (Circunscrição Regional de Trânsito). Você irá encontrar os mesmos serviços das metrópoles nesse departamento.
  • O estado do Rio Grande do Sul também não possui Detran. Nesse local, ele é chamado de CRVA (Centro de Registro de Veículos Automotores)
  • O comprador e o vendedor podem fazer a transferência sem depender de nenhum órgão. O serviço é feito por um despachante ou por conta própria. Mesmo assim, ele continua tendo um preço. Para não sofrer prejuízos, a dica é ter um bom planejamento financeiro.
  • Se o veículo à venda está no nome de uma pessoa falecida, quem herdou o bem precisa apresentar uma fotocópia autenticada do Formal de Partilha ou Alvará Judicial, dependendo da existência ou não de um inventário

Gostou das nossas dicas? Se ainda sobrou alguma dúvida, é só deixar nos comentários que iremos responder o mais rápido possível.

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Placas de sinalização. Sua importância para um trânsito seguro e viável

Como a adequada instrução em relação às placas de sinalização pode determinar um trânsito seguro? Quais fundamentos legais e simbólicos estão por trás das placas de trânsito?

As placas de sinalização de trânsito são recursos normativos definidos pelo CTB (Código de Trânsito Brasileiro). Este instrumento legal é quem regulamenta o trânsito no país e define, entre outras coisas, as regras básicas do uso das vias.

No conteúdo programático de cursos para primeira habilitação este é um tópico obrigatório. Afinal, não existe condução segura nem trânsito fluido sem o conhecimento das placas de trânsito. Além disto, o desrespeito às determinações implícitas nelas configura infração prevista em lei.

Apesar de parecerem meros acessórios nas vias, sem placas de sinalização a utilização ordenada da via pública seria impossível.  Elas garantem a segurança na circulação não só de veículos, como também de pedestres e ciclistas. Continue lendo o artigo e se torne um usuário de vias mais consciente.

O que são e como localizar placas de sinalização

Como se sabe, o Código de Trânsito é quem define as principais regras de trânsito implantadas no país. Desta forma, com base em suas determinações, a circulação nas vias é regulamentada por meio de instrumentos legalmente instituídos.

São estes instrumentos que garantem aos usuários das vias o conhecimento de sua dinâmica de funcionamento. Informes como limite de velocidade e sentido da via precisam ser reconhecidos instantaneamente. Sendo assim, o requisito de uniformidade e padronização é essencial nestes recursos.

Estes recursos representam-se nas placas de sinalização. São elas que informam o usuário de trânsito quanto aos limites e condição de sua circulação. Comumente denominadas sinalização vertical, elas fazem jus a esta nomenclatura, pois são postas ao lado ou suspensas sobre a via.

De forma sucinta as placas têm por objetivo manter a ordem e a segurança no trânsito. Elas orientam o condutor usando legendas e simbologias previamente determinadas e reconhecidas universalmente.

Elas podem ser vistas na margem das vias de circulação ou suspensas sobre as mesmas. Suas mensagens são rápidas e facilmente captáveis pelos usuários no tráfego. Elas determinam o que o condutor pode ou não fazer, por isso é crucial se atentar às suas determinações.

Portanto, um condutor de veículo jamais pode alegar desconhecer o significado de determinada placa. É exigível que, para a concessão de seu direito de conduzir ele comprove ser capaz de reconhecer qualquer destes símbolos. Quem está pleiteando a primeira CNH sabe que passará por um exame onde precisará comprovar estes conhecimentos. Mas é possível, antes da prova oficial, candidatos testarem seus conhecimentos. São simulados que reproduzem as condições e conteúdos da prova do DETRAN, como sinalização

Reconhecendo os tipos de placas de sinalização no trânsito

As placas de sinalização de trânsito são uma forma de comunicação visual que exige eficiência em sua mensagem. Portanto, elas contam com um projeto gráfico muito simples, que envolve cores, formas e símbolos elementares.

Existem sete categorias de placas de trânsito ao todo, contemplando sete finalidades distintas segundo a variação.  A cada uma das categorias é atribuída também uma cor especifica, que as tornam facilmente reconhecíveis. Entenda esta correspondência:

Cores e simbologia das placas de sinalização

Vermelhas. são placas cujas mensagens indicam proibição, obrigação ou limitação. “Parada obrigatória”, “Dê a preferência” e indicação de limite de velocidade são alguns exemplos.

Amarelas. são placas de advertência. Elas alertam sobre riscos e perigos nas vias que não estão visíveis ao condutor. Declives e aclives à frente, travessia de pedestres e saída e entrada de veículos de carga são exemplos destas placas de sinalização.

Verdes. estas, como o próprio nome diz, dão informes quanto à localização e destino dos condutores. São retangulares e na verdade seus fundos variam em verde, indicando destinos próximos, ou azul, indicando o local exato onde se encontra. A quilometragem também quase sempre é indicada.

Laranjas. são muito comuns para indicação de obras e reformas ocorrendo nas vias. Mas, não é só isso, elas também são usadas para indicar particularidades como lombadas e pistas irregulares.

Azuis. placas de indicação em azul são usadas para informar quanto a serviços disponíveis na localidade. Por meio de pictogramas e ilustrações elas mostram na margem das rodovias a disponibilidade de uma infinidade de serviços, como:

  • Hotéis
  • Restaurantes
  • Postos de abastecimento
  • Hospitais
  • Serviços mecânicos
  • Aeroporto
  • Serviço telefônico

Estes são apenas alguns dos muitos serviços que possuem indicação por meio das placas de sinalização de serviços. Elas são essenciais aos transeuntes que desconhecem a cidade.

Cinza quase branco. Estas são as placas chamadas educativas. Como o próprio nome diz possuem dizeres que incentivam hábitos seguros e preventivos. Desta forma, elas alertam os condutores quanto ao comportamento ideal e seguro no trânsito.

“Use o cinto de segurança”, “não ultrapasse com faixa contínua” e “verifique os freios”, são alguns exemplos de recomendações contidas. Marrom. estas são as placas de atrativos turísticos e facilitam a vida de visitantes e turistas. Indicam com nome e quilometragem a localização dos pontos turísticos da cidade em questão. São muito mais comuns em cidades litorâneas.

As implicações legais por trás da sinalização



A sinalização vertical, assim como outros componentes norteadores de fluxo de tráfego, são imperativos. Ou seja, suas indicações, obrigatoriedades e proibições expressam autoridade.

Contudo, como são determinações de cunho passivo e impessoal, muitos terminam por ignorá-las. Mas, em flagrante descumprimento das normas estabelecidas pelas placas de sinalização o condutor está sujeito a penalizações cabíveis.

O Código de Trânsito define infrações de nível médio, grave e gravíssima para condutores que desrespeitarem a sinalização das vias. Além do pagamento do valor das multas conta-se também com a perda de pontos proporcionais na carteira de habilitação.

Portanto, o ideal a fazer é seguir sempre com o cumprimento do que determina a sinalização. Além de garantir a sua segurança e dos demais usuários evita-se as consequências do desacordo com a lei.

É bom ressaltar que, há casos em que a determinação da sinalização pode ser ignorada. Mas isto só em caso expresso de haver um agente de trânsito orientando de forma diversa. Assim, o condutor deve então se atentar e seguir a orientação manual indicada pelo agente.  

Vale ressaltar que, as deficiências nem sempre partem do condutor. E neste caso é preciso ficar atento aos pormenores. Uma condição alheia, por exemplo, é a ausência ou a má sinalização da via. Neste caso, o descumprimento de qualquer determinação prevista para o trecho não deve ser punido.

Em rodovias é muito comum sinalização desgastada e ilegível. Em outras situações até mesmo encobertas pela vegetação que margeia a via. Desta forma, a orientação de tráfego termina sendo prejudicada, o que pode resultar em graves acidentes.

Portanto, é preciso que o condutor fique atento. Multas aplicadas nestas condições podem e devem ser questionadas. Por isso, para um trânsito seguro é preciso que, além dos condutores, os órgãos responsáveis também façam sua parte.

Algumas placas importantes e seus significados



É bem verdade que o número de placas de sinalização que existe é imenso. De tal forma que, memorizar todos eles pode ser uma tarefa nada fácil. Principalmente para condutores ocasionais e/ou de curtas distâncias, que geralmente não se deparam com muitas variações das mesmas.

Mas, há placas cujo significado deve estar sempre na ponta da língua. Seja o motorista recém-habilitado ou veterano, alguns símbolos não podem jamais fugir à memória, sob risco de acidentes ou penalizações. São de conhecimento obrigatório, exigido a todos os usuários das vias. Exemplos:

Placas de regulamentação

Parada obrigatória R-1

Esta é uma das mais conhecidas, em forma octogonal, fundo vermelho com dizeres em branco “PARE”. São utilizadas para obrigar uma parada e não mera redução de velocidade, como em cruzamentos sem sinalização semafórica.

Dê a preferência R-2

Também muito conhecida, é simbolizada por um triângulo invertido em vermelho. Define que o condutor dê preferência de passagem ao veículo que vem da vida onde ele pretende entrar ou cruzar. Não é obrigatório parar, sendo muito vezes indicado. Porém, a redução da velocidade já favorece em muitos casos.

Proibido estacionar R-6a, R-6b, R-6c

Muita utilizada, essa placa indica a proibição de estacionar o veículo na face de quadra onde se encontre. Sua configuração é em círculo vermelho, contendo um “E” cortado diagonalmente.

Suas variações são o estacionamento regulamentado, onde é possível a ação segundo especificidades. Assim como a proibição de parar e estacionar simultaneamente, que remete ao mesmo “E”, porém cortado em “x”.

Proibido virar à esquerda ou à direita R-4a, R4b

Reta curvilínea para esquerda e direita cortadas, indicando que é proibido conversão neste ou naquele sentido. Isso tem como base o comprometimento da fluidez da vida de onde o veículo sai e para onde pretende ir.

Placas de advertência

Curva acentuada à esquerda ou à direita A-1a, A-1b

Ambas em losangos de fundo amarelo com setas curvas indicando o sentido. Elas advertem o motorista a fim de que ele possa reduzir a velocidade em tempo.

Aclive ou declive acentuado A-20a, A-20b

Indicam ao motorista que há aclive ou declive acentuado, subida e descida, respectivamente logo à frente.

Crianças a-34

Bem característica, esta sinalização indica que o motorista deve redobrar sua atenção. A orientação é diminuir a velocidade pois há áreas próximas com crianças. Expostas em áreas de lazer, como praça e parques, alertam sobre a possibilidade de uma criança surpreender em uma travessia inesperada.

Área com desmoronamento A-27

Nesta teremos a informação de uma possibilidade. É possível que em áreas à frente haja risco de desmoronamento. Portanto, o motorista precisa dirigir com cautela e velocidade reduzida.

As vidas no trânsito e a importância da direção defensiva

O número de mortes no trânsito é alarmante. Todos os dias dezenas de pessoas perdem a vida nas vias públicas. O pior de tudo é que a maior responsável por isso é a imprudência ao volante.

Mesmo com intensas campanhas publicitárias, reforços de agentes nas ruas e Lei Seca, o Brasil ainda tem muito a avançar. Ainda estamos longe de sermos exemplo no trânsito.

O número de carros nas ruas cresce num ritmo vertiginoso. E com isso são mais condutores nas ruas a cada ano que passa. Juntando a isto cidades se expandindo sem o devido planejamento, o que se esperar do trânsito?

Uma vez que todos os outros fatores são incontroláveis, só se pode contar com o condutor. É ele quem precisa ser responsável ao sentar ao volante e ter a consciência de que automóveis carregam vida.

A direção defensiva precisa ser assumida a todo custo. E nesta atitude está a atenção às placas de sinalização. Não são poucos os acidentes sofridos por conta de desrespeito à sinalização das vias.

Quantos cruzamentos, ultrapassagens e conversões expressamente proibidas pelas placas expostas foram realizados resultando em mortes? No trânsito tudo é uma questão de fração de segundos, entre parar e seguir, reduzir e avançar. Portanto, o melhor é contar com a sensatez e a responsabilidade.

Aos recém habilitados o conselho é de atenção triplicada. Sem muita experiência, pode parecer complicado ter em mente tanta coisa. Mas, com o passar do tempo tudo é absorvido e os conceitos de sinalização serão inteiramente assimilados.

Para quem já dirige, mas é deficiente neste quesito, melhor procurar uma reciclagem. Acredite, isso pode salvar vidas e é um compromisso que apenas você pode assumir por si.

Aprendendo sobre placas de sinalização

Se você acabou de pegar sua CNH, já possui ou pensa em ter, mas teme o assunto sinalização viária, calma! Há sites muito bons que disponibilizam conteúdo de maneira gratuita.

Você pode acessar conteúdos de maneira muito intuitiva e prática. Todas as placas estão expostas em seu formato e apresentação fidedignos. Há informes quanto ao código da mesma e seu significado, facilitando a assimilação.

O ideal é ter em mente primeiramente as cores e a representação de suas categorias. Após isto se voltar para figuras e pictogramas, onde boa parte são de imediata interpretação.

Um condutor que conhece placas de sinalização viária diminui muito os riscos de se envolver em acidentes. Temos vida no trânsito e elas precisam ser preservadas.

O melhor não é chegar mais rápido, o melhor é chegar vivo.

Se você precisa de ajuda para recorrer de sua multa, faça uma consulta gratuita do seu caso.

Você pode entrar em contato enviando um email para contato@testing.oficinadamulta.com.br.

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Aprendendo a dirigir tudo o que você precisa saber aqui

aprendendo a dirigir

A importância de aprender a dirigir

Muitas pessoas estão aprendendo a dirigir devido às necessidades que a vida apresenta. No entanto não dá para aprender a dirigir simplesmente estudando um livro, uma auto escola ajuda, mas não garante nada. Porém com boas dicas informativas o futuro motorista pode saber o básico tecnicamente.

Aprender a dirigir é um desafio para muitos. Ainda mais para quem pega um carro pela primeira vez. Para passar no exame é preciso saber a parte teórica.

É claro que quando se fala tecnicamente não se refere ao aprendizado sobre a mecânica do carro. Mas sim os importantes passos para quem está aprendendo a dirigir ou quem ainda vai começar.

Certamente o objetivo desse artigo é que você saiba passo a passo desde antes de rodar a chave. Assim quando você estiver aprendendo a dirigir terá em mente pelo menos o que fazer em cada etapa.

aprendendo a dirigir


Aprendendo a dirigir carros manuais

Primeiros ajustes

É certo que antes de começar a dirigir o veículo algumas coisas são importantes antes de sair por aí. Sendo assim é muito importante que se conheça algumas partes  do carro. Esse conhecimento deve se tornar um hábito.

Por isso é muito importante ajustar os bancos e retrovisores. Tendo isso em mente comece primeiro pelo banco ajustando ele adequadamente. Dessa forma coloque o banco numa posição onde as pernas não fiquem tão longe dos pedais nem tão perto.

Busque também não deixar os braços numa posição tão esticada com relação ao volante.

Com relação aos retrovisores, ajuste eles logo depois de ajeitar o banco. Isso inclusive deve ser feitos com os dois externos e com o interno. Assim sendo ajuste os laterais até conseguir vê o máximo da pista sem muita visão da lateral do carro.

No caso do retrovisor interno, ele deve ser ajustado para ver toda a janela traseira.

Depois do ajuste dos retrovisores coloque o cinto de segurança. Inclusive peça para os passageiros colocarem. Porque isso também está na lei e gera multa caso seja desrespeitada.

Quem está aprendendo a dirigir deve conhecer os pedais

A embreagem

aprendendo a dirigir

Logo a esquerda está o pedal da embreagem. Esse pedal é muito importante para não deixar o carro morrer. Assim também esse pedal não deixa o carro morrer tanto quando está parado como em velocidade baixa.

Ao sair com o carro soltar a embreagem aos poucos vai fazer toda a diferença.

O freio

Esse pedal que se encontra no meio e é muito importante para frear o carro. No entanto, parar o carro de modo mais rápido se deve pressiona bastante. Mas para reduzir a velocidade você deve fazer bem aos pouco e de modo mais suave.

O acelerador

Aqui está o acelerador aquele que faz as rodas girarem tanto para a frente como de ré. Entretanto o que definirá essa direção é a mudança do câmbio de marcha.

A hora de ligar o carro

É muito importante que antes de girar a chave você veja se está ou não em ponto morto. Dessa forma o ponto morto fica no meio sem nenhuma marcha engatada.

Você começará a usar os pedais, mas para quem está aprendendo a dirigir é importante saber para que pedais é cada pé. Por isso use somente o pé esquerdo para pisar na embreagem e o direito para o freio e acelerador.

Depois disso aperte o pé esquerdo na embreagem até o fundo e gire o chave até o fim. Assim o veículo vai ligar. Logo em seguida desengate o freio de mão se ele estiver puxado.

Agora deve engatar a marcha

Para quem está aprendendo a dirigir acham essa parte uma da mais difíceis. Mas não se preocupe, ninguém nasce sabendo.

Com isso em mente continue com o pé esquerdo pisado até o fundo na embreagem. Depois disso engate uma marcha. No entanto a marcha terá variação de acordo com tipo de veículo.

É bem verdade que uma boa parte dos veículos tem no câmbio a posição de cada marcha. Assim sendo engate a primeira marcha. Entretanto se para você precisar sair de ré primeiro, olhe onde ela está no veículo.

Fazer o carro andar

aprendendo a dirigir

A primeira coisa agora é tirar o pé do freio. Logo em seguida vá tirando o pé da embreagem aos poucos. Em seguida o veículo dará um tremidinha mas é normal.

Depois disso o carro começara a andar, mas vá acelerando pouco antes de tirar totalmente o pé da embreagem. Porque se tirar o pé rapidamente o veículo irá morrer e acelere aos poucos.

É preciso que logo que o veículo começar a andar e ganhar aceleração, que você troque para a segunda marcha. Ou seja, tire o pé do acelerador e aperte até o fundo a embreagem e repita mas de modo mais rápido. Isso é necessário para manter o carro em movimento constante.

A importância de saber a troca de marchas para quem está aprendendo a dirigir

Com já foi dito essa é uma das principais partes para se fazer o carro andar. Embora muitos tem medo no início com o tempo se acostuma. Assim saberão o momento certo.

Dessa forma assim que já estiver engatado a primeira marcha o veículo pedirá de instante a segunda. Assim você fará o seguinte:

  • Tire o pé totalmente do acelerador
  • Novamente pisará até o fundo na embreagem.
  • Mude a marcha
  • Tire o pé aos poucos da embreagem até o limite do ponto de embreagem
  • Vá acelerando aos poucos.

Certamente é importante você saber que com o tempo aprenderá o momento certo de mudar a marcha. Ou seja, o veículo começará a pedir mais marcha.

Todos esses detalhes será aprendido na prática por quem está aprendendo a dirigir.

Redução da marcha

Da mesma forma que o veículo pede mais marcha ele também pedirá menos marcha. No entanto quem está aprendendo a dirigir perceberá. Além disso, é possível observar a rotatividade por minuto(RPM) do veículo. Assim saberá quando colocar a marcha.

No entanto é com a prática que saberá o tempo de mudar a marcha sem vê o RPM do carro.

Quando o carro morre

Muitos motoristas se apavoram nesse momento. No entanto não é motivo para se alarmar.

Isso acontece muito com quem está aprendendo a dirigir. Dessa forma acabam deixando o carro morrer na hora de soltar a embreagem e acelerar. Porém isso é por falta de costume e experiência que envolve tempo.

Então faça o seguinte. Novamente coloque a chave e a gire a e repita todo o processo que já foi passado. Acredite, todo motorista que dirige bem já passou por isso.

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Moto de Corrida: Conheça os melhores modelos para voar no asfalto

O que é uma moto de corrida

moto de corrida

A moto de corrida é um veículo primeiramente feito para quem gosta de velocidade. No entanto motos de corrida são bem vista em competições esportivas.

Por isso as motos de corrida são bem usadas por quem gosta de adrenalina, competição e amantes da velocidade.

As motos tanto de corrida como as que não são de corrida são os veículos mais vendidos no mundo. Isso é claro para ajudar a evitar tráfego e chegar mais rápido ao seu destino.

Certamente que os maiores amantes de motos de corrida se encontram na  Ásia. Por isso não é surpresa que a moto mais rápida é de da Ásia.

Uma coisa importante é que quem vai pilotar uma moto deve saber de todos os equipamentos necessários para tal situação.

É muito entender também que existem motos de corrida mais apropriadas para pista de corrida e outras para pista comuns. Sendo assim busque comprar uma moto de acordo com sua finalidade.

1. Kawasaki Ninja H2R

Essa moto de corrida é a mais rápida já produzida chegando assim a 400 km/h. Esse feito foi conseguido na ponte mais longa do mundo a ponte Osman Gazi na Turquia.

Sua potência chega a 300 cavalos e somente serve para pista nessa versão.

2. Suzuki GSX-R1000

Essa moto de corrida tem a potência de mais de 191 cavalos e mais de 12.000 rotações por minuto (RPM). Inclusive pode atingir velocidade de até 285 km/h.

Além disso, ela tem um motor de 15 válvulas e refrigerado a líquido.

3. Yamaha YZF- R1

Para quem gosta de moto de corrida e com boa velocidade certamente vai gostar dessa daqui. Isso porque essa moto chega a 297 km/h. Inclusive possui motor de 4 cilindros, 200 cavalos e 13.500 RPM.

No entanto o seu último modelo foi apresentado em 2010.

4. Honda CBR 1000 RR- Fireblade

A Honda certamente fabrica grandes motos inclusive moto de corrida como esta aqui. Sendo assim ela atinge uma velocidade de 291 km/h.

Seus criadores a fizeram para ser umas das melhores motos esportivas.

5. Kawasaki ZZR 1400 Ninja

Mais uma vez a Ninja entra na parada e com os seus 300 km/h. Dessa forma sendo uma excelente moto de corrida. Isso também pelo fato de chegar de 0 a 100 em apenas 2,5 segundos.

Num teste feito essa moto chegou a 187.82 km/h em 640 metros. No entanto essa moto desde 2001 foi imposta a velocidade máxima de 300 km/h a todas da marca.

6. MV Agusta F4 1000S

Mais uma moto potente para quem gosta de velocidade. Assim ela atinge seus 300 km/h. Tem inclusive uma turbinação derivada de motor de Ferrari.

Da mesma forma também foi criada para ser umas das mais rápidas do mundo.

7. BMW S1000RR

Uma grande moto de corrida e feita para competição, inclusive a competição mundial de superbike. Por isso não é à toa que ela chega a 305 km/h e também pode chegar a 14 200 rpm.

Essa motocicleta é uma excelente motocicleta sport com o seu motor de 4 tempos e comando duplo. Além disso possui 4 válvula por cilindro.

8. MV Agusta F4 Tamburini

Quem fez essa moto certamente fez uma máquina que traz admiração entre as motos de corrida. Isso claramente se vê pelo seu design e velocidade de 307 km/h. Também é digna de nota por sua aceleração de 0 a 100 em 3,1 segundos.

Embora é uma grande moto, foram fabricadas apenas 300 unidades.

9. MV Agusta F4 R312

A Agusta tem produzidas grandes motos de corrida. Inclusive essa é a mais rápida que a empresa produziu. Assim a empresa vem brigando com outras marcas quando o negócio é velocidade.

Dessa forma a moto chega em seus 312 km/h.

10. MTT Turbine Superbike Y2K

Essa aqui é uma grande moto de corrida e turbinada. Por isso em vez de usar motor de carro como muitas usam, essa usa turbina. Dessa forma chega ao impressionante 370 km/h.

Essa moto é conhecida como a moto como a moto de produção mais poderosa. Assim muitos amante de velocidade amam. Assim tente imaginar a adrenalina que essa moto deve causar a quem está em cima dela.

Moto de corrida não deve ser usada de qualquer jeito

moto de corrida

Infelizmente muitos pilotos querem usar as motos de modo desrespeitoso. Por causa disso abusam da velocidade e usam elas em lugar não muito apropriado. Embora na tv é visto o piloto com o seus joelho quase no chão é uma pista apropriada.

Entretanto se for feito manobras de curva como é feito na pista de corrida pode haver problemas. Isso é claro dependo do lugar e seus níveis. Ou seja, em lugares onde os pêndulos são exagerados pode haver desequilíbrio.

Procure um bom capacete

Independente da moto que você esteja usando é importante usar capacete. Mas em motos de corrida não deve ser qualquer um. Por isso qual usar?

O melhor tipo de capacete para quem usa moto de corrida é o capacete integral. Porque esse tipo de capacete protege todo o lugar da cabeça. Assim tanto o queixo com também a lateral são protegidos.

Procure uma roupa protetora

moto de corrida

É muito importante também levar essa possibilidade em consideração. Muita gente não imagina, mas muito dano pode ser prevenido com uma roupa adequada.

Existem modelos hoje em dia com a função de Airbag inclusa. Assim praticamente todo o impacto recebido é absorvido pelo traje. Embora seja difícil sair sem algum machucado.

Você pode até reclamar do preço, porém se você pode pagar uma dessas motos você também pode investir na sua segurança. Não custa quase nada aumentar o orçamento da compra. Mas perder a vida em um acidente banal não pode ser evitado com seu cartão de crédito.

Independente de tudo espero que você conduza sua nova moto (e as antigas também) de modo responsável. Te desejo uma boa viagem rasgando as estradas enormes desse país.

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Multa de Trânsito

Multa de Trânsito

No Brasil, os motoristas passam, por dia, em média, duas horas e meia dentro de um carro. A informação é do Serviço de Proteção ao Crédito (SPC) para a Confederação Nacional de Dirigentes Lojistas (CNDL). A Multa de Trânsito acaba fazendo parte dessa maratona definitivamente.

Considerando todo esse tempo dentro do automóvel, é importante notar que algumas falhas acontecem. O número de infrações registradas pelo Registro Nacional de Infrações de Trânsito (Renainf), no entanto, choca.

Multa de Trânsito: quadro atual

De janeiro a abril deste ano, 15,4 milhões de autuações foram emitidas. Dá para acreditar? É praticamente uma multa para 1 pessoa em quase toda a população da cidade de São Paulo por exemplo.

Um dos motivos de termos muitas multas de trânsito e a elevação das taxas de acidentes, é a falta de fiscalização das estradas do nosso país.

Acabe sendo necessário o uso de radares nos sinais que registrem quando alguém comete crimes de trânsito. Um bom exemplo é dirigir com velocidade acima do permitido ou passar em sinal vermelho.

Hoje, no país, há a utilização desse equipamento, mas em baixa escala, e nos raros sinais que estes estão presentes há sinalização marcando sua comparência.

Ou seja, avisando aos motoristas que naquele sinal não se pode cometer crimes de trânsito, mas em qualquer outro isto é viável, já que não há fiscalização. A lógica é meio absurda, mas é o que normalmente se entende.

Multa de Trânsito: Mudanças Eficazes

Multa de Trânsito

Entretanto, um bom modelo na mudança na sinalização que vem ocorrendo é na cidade de Valinhos, em São Paulo por exemplo.

Após mais de dois anos sem radares nas vias, voltará a ter os equipamentos entre o final de fevereiro e o início de março deste ano (2019). A licitação foi concluída nesta semana e a assinatura do contrato com a Consórcio Valinhos Vias ocorrerá nos próximos dias, segundo a Prefeitura.

O sistema conta com 32 radares em 26 pontos, tendo a empresa, a partir da assinatura do contrato de seiscentos e cinquenta mil e cem reais, vinte dias para implementação.

Eu sei que você fica irritado toda vez que vê a instalação de um radar novo. Principalmente quando ele é colocado em um trecho que você precisa passar todo dia.

Mas seja um pouco racional, afinal de contas o radar está lá para um motivo: proteger você e os outros. Infelizmente a conduta irresponsável de alguns fazem todos pagar.

O critério principal de seleção foi frequência de carros que passam no local.

Multa de Trânsito

A cidade com 127100 habitantes, teve 11 registros de mortes no trânsito só no ano de 2018. Sendo 1 condutor de automóvel, 4 pedestres, 5 motociclistas e até um ciclista .

Em 2017 foram dez ocorrências que podem ter terminado em processo administrativo.

Os dados são do Sistema de Informações de Acidentes de Trânsito do Estado de São Paulo (Infosiga-SP).

Contudo, tendo em vista que por ano morrem vinte mil pessoas na nação devido a combinação de álcool e volante, faz-se esta a principal causa dos desastres nas vias brasileiras.

Polêmicas atuais

Multa de Trânsito

A lei seca não é perfeita e só possibilita penas mais graves para quem faz o teste do bafômetro. Que infelizmente é opcional, mas ainda assim não deixa de ser uma das melhores formas de combater o problema. Então, pelo menos a mais eficaz.

Em Maceió se realizou duas operações em uma pacata madrugada de domingo
por exemplo. Então, sabe quando as pessoas menos esperam?

Estas operações multaram dezenove condutores de circulação porque estavam extremamente alcoolizados. Oito pessoas foram pegas inabilitadas e se recolheram dezesseis CNHs.

As ações foram realizadas na Avenida Moreira de Silva, em frente à Praça do Centenário no bairro do Farol e na Avenida da Paz, em frente ao Memorial da República, em Jaraguá.

Então como resultado infelizmente 5 condutores passaram por processo administrativo por mostrar resultados altos de álcool no sangue.

Além disso, dezesseis habilitações foram recolhidas e oito pessoas foram flagradas inabilitadas, um fato extremamente preocupante.

Recorrendo à multa

Se você acha que foi multado injustamente é possível recorrer. O código de trânsito brasileiro garante direito de defesa e contraditório. Afinal as autoridades de trânsito podem se enganar

O processo deve ser feito no máximo 15 dias após recebidas as notificações de penalidade. Se não houver uma resposta agradável você pode tentar evitar o pagamento da multa apelando para Cetran dentro do prazo de 30 dias.

Mas felizmente depois da resposta negativa e não depois de recebida a notificação.

Mas infelizmente não há nada que você possa fazer em relação ao valor da multa
que vai ser lançado pelo auto de infração. Muito menos sobre os pontos na carteira.

Se houve o cometimento da infração você vai ter que pagar a multa. E talvez perca o direito de dirigir.

E primeiramente nem pense na hipótese de ir atrás de político para aliviar sua barra. Você pode se dar muito mal! Alias acho que esse país já teve sua cota de corrupção estourada.

Concluindo

Multa de Trânsito

Ainda longe do número de mortes comparado ao consumo de álcool, porém, colocando em risco a vida de outros motoristas e pedestres.

Portanto, decorrente do imenso crescimento de infrações no trânsito, as multas auxiliam no controle e diminuição dos incidentes.

É necessário, então, a conscientização dos motoristas para respeitar as regras conselho nacional de trânsito.

Além disso, é de suma importância que continuem surgindo leis e multas sejam aplicadas, sem exceção, aos infratores. No trânsito, vidas correm riscos o tempo todo, então, as medidas propostas para diminuírem esses riscos devem ser seguidas.

Bom, o melhor jeito mesmo de não recebe uma multa de trânsito é primeiramente obedecendo à lei. Por mais banais que sejam os detalhes, a multa de trânsito não chega atoa.

Se por algum acaso você desconfiar do motivo de uma multa é possível recorrer. Através desse processo você consegue se livrar da temida multa de trânsito.

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Como recorrer e cancelar multas de Trânsito (em apenas 4 Passos!)

como recorrer e cancelar multas de transito

Olá! Bem vindo ao guia passo a passo de como recorrer de multas de trânsito!

Aqui neste ebook você vai conferir 5 passos super detalhados de como você pode recorrer hoje mesmo de alguma infração de trânsito, seja por velocidade, sinal vermelho, acostamento ou qualquer outra!

Tomei o cuidado de explicar bem direitinho exatamente o que você precisa fazer para poder recorrer e aumentar suas chances de liberação da multa! Afinal, ninguém quer tirar mais de R$200 do próprio bolso assim, né?

Sem mais delongas, vamos ao passo a passo agora mesmo! Preste bem atenção, pois seu sucesso irá depender do quanto você compreender as informações aqui deste material.

Vamos lá!

1º PASSO

Tomar uma multa é algo bem inconveniente, né? Tudo bem que, se fomos autuados, foi porque cometemos uma transgressão de trânsito, mas isso não quer dizer que ferimos ou colocamos a vida de outra pessoa em risco – ou a nossa própria.

Na maioria dos casos foi uma leve desatenção, que nos fez passar a 65km/h em uma via de 60km/h. Ou então achamos que ia ser possível atravessar o sinal durante a luz amarela mas ele acabou fechando. São exemplos rotineiros e que podem ser o seu caso!

O primeiro passo para recorrer da multa é entender que você não é multado logo de cara, mas sim autuado. São palavras fáceis, de certa forma semelhantes, mas que possuem sentidos completamente diferentes quanto à Legislação de Trânsito.

Quando você recebe a notificação de uma multa você está sendo apenas autuado – e não multado. Neste instante, você está sendo informado que cometeu uma transgressão e que possivelmente precisará arcar com o valor dessa ação.

Sim, possivelmente, e não necessariamente. Isso se dá porque qualquer pessoa que seja autuada, seja por guardas de trânsito ou por radares, possui o direito legal de recorrer. E você vai aprender agora mesmo a fazer isso!

2º passo

Agora que você foi autuado e já entendeu a diferença entre este caso e ser multado de fato, vamos partir para o requerimento de anulação da punição de trânsito.

Depois de receber a notificação, você tem até 60 dias para apresentar a sua primeira defesa, que será encaminhada ao DETRAN do seu estado. Esse prazo é informado na notificação que você recebeu em casa, então preste bem atenção em todas as informações que estiverem contidas nela.

Aqui você precisará preencher um formulário de requerimento (fornecido pelo próprio DETRAN), onde informará possíveis erros da sua autuação, como por exemplo: na notificação, na identificação do condutor e do veículo, no equipamento utilizado para o flagrante, ou outras inconsistências, como na descrição da infração ou do local onde foi cometida.

Juntamente ao formulário, você precisará enviar alguns documentos para poder validar o seu recurso: cópia da identidade, do comprovante de residência, da CNH, dos documentos do carro, da notificação e segunda via do formulário.

3º passo

Caso a sua primeira defesa seja negada pelo órgão responsável pela infração, você precisará então recorrer na primeira instância. Este procedimento é feito junto à Junta Administrativa de Recursos de Infração, a JARI.

Diferentemente da primeira autuação que você recebeu, quando seu primeiro recurso for negado, você receberá uma notificação de penalidade. Ela, por sua vez, já virá atrelada a um boleto bancário, para que você realize o pagamento da multa.

Mas calma! Como eu falei, mesmo após receber essa segunda notificação, você ainda terá outras chances de recorrer da multa. Primeiramente, você precisará de um formulário de recurso disponível no site da JARI, que deverá ser preenchido e enviado para a junta.

É importante, porém, atentar-se ao prazo informado na notificação. Após o vencimento da você já não conseguirá recorrer de sua multa!

Junto do requerimento de recurso você precisará enviar, novamente, alguns documentos. Veja a relação:

– cópia da notificação de penalidade;

– cópia da CNH;

– cópia do CRLV.

4º passo

Se, por acaso, seu requerimento junto à JARI não for aceito, ainda resta uma última esperança para que você consiga recorrer de sua multa e não ter um alto gasto com a infração.

Seu primeiro recurso de defesa foi enviado ao DETRAN do seu estado. O segundo, por sua vez, foi direcionado à Junta Administrativa de Recursos de Infração. Agora, na sua última tentativa de recorrer da multa, você irá direcionar o formulário ao Conselho Estadual de Trânsito (CETRAN) ou ao Conselho Nacional de Trânsito (CONTRAN). Você descobrirá o correto consultando um posto do DETRAN em sua cidade.

Nesse passo você deverá seguir as mesmas instruções do tópico anterior:

– solicitar um formulário de recurso junto à instituição responsável;

– preenchê-lo corretamente, informando os erros de notificação que justificam sua anulação;

– anexar os documentos necessários, mencionados ao longo deste ebook;

– enviar todo o material ao endereço correto, dentro do prazo limite.

O recurso contra multas é um direito que qualquer pessoa que for autuada tem direito – mas poucos de fato sabem disso.

Essa ação tem, inclusive, outras vantagens além do não pagamento de altos valores (que costumam ultrapassar os R$300) que você provavelmente não sabe! Mas não se preocupe, pois vou lhe mostra-las agora mesmo.

– Não acumular pontos na sua carteira.

– Manter o direito de dirigir, suspenso quando acumulados 20 pontos na CNH.

– Caso não seja anulada, você ainda consegue mais tempo para juntar o valor correspondente à infração.

Recebeu uma notificação de multa, mas ainda não sabe como recorrer ou quer saber mais detalhes que vão aumentar suas chances de sucesso?

Entre em contato comigo!

Me envie uma foto dos detalhes de sua autuação e farei uma análise GRATUITA para você. Assim poderei te ajudar com o seu requerimento, como agradecimento por ter baixado este ebook.

Para mais informações, entre em contato comigo pelo email contato@testing.oficinadamulta.com.br! Corra, pois o prazo do seu recurso está passando!

Direção hidráulica: tudo o que você precisa saber, aqui

Direção Hidráulica

Quem nunca dirigiu carro velho não sabe o que é o drama de fazer uma baliza. Nessa manobra todo o esforço fica em cima do volante. Se não há direção hidráulica pode contar que a academia é desnecessário para os braços. Já que girar o volante vai precisar de um esforço do motorista.

A direção hidráulica é uma das melhores invenções da engenharia automotiva e é sentida diretamente na hora de dirigir. Sempre há uma surpresa para quem dirigiu carros com a direção muito travada e agora precisa se acostumar com esse novo modelo.

Mas os resultados são excelentes. Quase todo mundo já aprova o sistema. Além disso embora o fato de que a direção elétrica é superior, a hidráulica ainda possui bastante mercado e está longe de sumir.

O sistema tem ganhado cada vez mais modificações e melhoramentos. Assim podemos hoje aproveitar a direção hidráulica progressiva. Este sistema ajuda a deixar o volante mais duro de acordo com a velocidade do carro.

Isto previne que acidentalmente você faça curvas muito agudas em velocidade alta e capote.

Como funciona a Direção Hidráulica?

Direção Hidráulica

A direção hidráulica é um sistema de direção assistida criada para aliviar o esforço do motorista enquanto dirige. Ainda mais em relação a manobras que exigem muito trabalho de volante, como a baliza.

Sua primeira versão foi criada na década de 50 no século passado pela Chrysler. E logo se popularizou por todo o mercado. Mas só atingiu proporções em vários modelos nos últimos 20 anos.

Suas principais aplicações no início eram para caminhoneiros que além de já utilizarem veículos pesados precisavam também levar uma carga ainda mais pesada. O esforço grotesco acabou sendo aliviado e então o sistema adotou um mercado bem abundante.

Todo o sistema de direção hidráulica gira em torno de um bomba hidráulica que serve para fazer o esforço por você. Também é necessário um reservatório de óleo que é o responsável por todo o movimento do carro.

Este óleo chamado de fluido hidráulico serve para fazer pressão para mudar o rumo das rodas ao virar o volante. É importante notar que nesse sistema o volante serve só como um guia que mostra para onde onde deve ser orientado o carro.

Assim quando você vira o volante a barra de torção também é girada. O movimento é captado pelo pinhão que atua sobre a cremalheira e essa faz outros mecanismos pequenos se mexerem para finalmente a roda mudar a orientação.

Parece complicado, não é? Mas tenha certeza que o resultado vale a pena.

No interior do carro o sistema todo está ligado à mangueiras que irão fazer o transporte do óleo para as partes necessárias. Por isso tenha bastante cuidado na manutenção de cada uma delas.

Problemas comuns à Hidráulica

Direção Hidráulica

Bom, como todos os sistemas, este tipo de direção também enfrenta seus problemas. Primeiramente você vai enfrentar o problema de que é necessário que o mecânico seja habilitado.

Infelizmente não é qualquer um que pode dar manutenção neste tipo de sistema. Mas se você quiser arriscar, vá por conta própria. Assim a manutenção da direção hidráulica pode sair um pouco mais cara do que o normal.

A caixa de direção do sistema também é ligeiramente mais caro. Isso também onera um pouco uma manutenção mais robusta.

Os outros problemas encontrados são normalmente semelhantes ao padrão das direções comuns. Porém é necessário mesmo um especialista na área para resolver o problema.

Os componente acabam afrouxando com o tempo e podem também ressecar. A necessidade de lubrificação constante e calibração vão requerer algumas visitas periódicas à manutenção.

O nível de fluido deve ser checado com frequência, só assim você consegue se sentir seguro ao dirigir. Mas se por algum motivo logo após recarregar o conteúdo de fluído ele abaixar de novo é necessário fazer uma nova vistoria.

O ideal também é que você faça uma revisão completa no sistema a cada 50 mil km rodados.

Hidráulica ou Elétrica? Qual a melhor direção?

Direção Hidráulica

É preciso saber que os dois sistemas são excelentes e as diferenças são poucas. A vantagem da direção elétrica é que ela consegue ser ainda mais suave. Mas a diferença é tão pequena que a maioria dos motoristas nem notam.

A única reclamação que fazem do sistema elétrico é pelo fato dele ser ligeiramente mais seguro. Porém não há nada que comprove isto.

Porém é normal encontrar sistemas híbridos onde praticamente todo o trabalho também seja executado de modo hidráulico.

A troca de peças pode sim influenciar em um preço final. Um sistema elétrico tem menos partes a serem trocadas. Já a manutenção da direção hidráulica pode envolver uma quantidade muito maior de peças que não serão baratas.

Uma outra vantagem da elétrica sobre a hidráulica é que no caso de falha da parte elétrica a direção ficará bastante dura, mas ainda funciona. Já a hidráulica pode sofrer uma perda geral do controle do carro em algumas situações extremas.

Dicas em geral

Direção Hidráulica

Muita gente gosta de estacionar com as rodas viradas para evitar que o carro se mova. Mas tenha certeza que isso vai impactar diretamente no sistema todo. Assim a melhor ideia é manter o freio de mão em dia com a manutenção e por precaução deixar o carro engrenado.

Girar o volante até o final enquanto se faz qualquer manobra com o carro também pode gerar um stress muito grande no sistema. Evite isso sempre que possível e você vai economizar bastante com a manutenção.

Se você está pensando em comprar um carro usado que possua direção hidráulica, tome cuidado! Muita gente acaba tendo que trocar todo o sistema em pouco tempo por conta da falta de cuidado do motorista anterior.

O ideal nessa situação é garantir a qualidade do sistema dando uma volta como test drive.
Sentiu alguma dificuldade na hora de dirigir? Pense duas vezes antes de comprar então.

Se possível leve o carro a algum mecânico de confiança para verificar qualquer vazamento de líquido de freio ou coisa parecida. Todo cuidado é pouco nesta hora.

Dito tudo isto eu desejo que você aproveite ao máximo sua direção hidráulica e viaje muito!

E aí, gostou das informações? Se esquecemos de algum detalhe, por favor, fale com a gente aqui nos comentários e tire mais dúvidas!

Só queria te dar um toque final. Se você tem alguma multa e não quer pagar esse valor (pelo menos não tão alto), deixe que a gente te ajuda a recorrer. Clique Aqui.

Lei Seca RJ

lei seca rj

História da Lei Seca RJ

Quem aí nunca sofreu por não poder dirigir porque bebeu um pouco? A lei 12.760/12, a famosa Lei Seca RJ, foi introduzida com muito vigor no dia 21 de dezembro de 2012, e com o passar dos anos, tem se tornando cada vez rígida e rigorosa.

A nova Lei trouxe modificações significantes para todo o sistema Brasileiro, pois antes da alteração legislativa, a embriaguez só poderia ser constatada por meio de exames etilômetros e exames de sangue.

E esses exames só poderiam ser feitos com a autorização e a colaboração do motorista, assim se tornava muito difícil comprovar que alguém estava embriagado.

Já que tinham em vista que a Constituição da República e o Pacto de São José da Costa Rica garantiam o direito do indivíduo de não produzir provas contra si mesmo.

Além disso, ainda de acordo com a antiga redação do Art.306, uma pessoa era considerada embriagada apenas quando constatada a presença de 6 (seis) decigramas de álcool por litro de sangue.

O que também era muito questionado pela doutrina, pois dificultava ainda mais a punição de infratores.

Em contramão aos inúmeros casos de acidentes causados em 2012, por suspeita embriaguez, veio a nova Lei Seca.

Há operadores de direito que começaram a levar o entendimento para aplicar o denominado dolo eventual nessas situações.

Como funciona a Lei Seca RJ?

Estar embriagado pode ser facilmente comprovado por maneiras diversas. Exames de alcoolemia, testemunhas ou outras provas admitidas pelo nosso ordenamento jurídico, o que tornou mais viável a punição. Mas até vídeos podem ser usados, por exemplo.

lei seca rj

Em 2017, a Lei Seca ainda veio trazendo novas mudanças, que seriam aplicadas apenas em 2018. As principais alterações decorridas do novo texto da lei são no sentido de trazer punições mais rigorosas ao motorista que praticar os crimes de homicídio culposo (sem intenção) ou de lesão corporal de natureza grave ou gravíssima, sob efeito de álcool ou de outras substâncias psicoativas que causem dependência.

As penas para o motorista diante destes crimes praticados, na direção de veículo automotor e com capacidade psicomotora alterada em razão da influência de álcool ou de outra substância psicoativa que determine dependência, permitiam a fiança arbitrada de imediato pela autoridade policial, em qualquer um dos casos (morte ou lesão).

Mas, a partir da entrada em vigor da nova lei, esta prerrogativa já não será mais possível nestas circunstâncias. Tendo em vista as penas máximas que passarão a ser atribuídas aos crimes.

Multas e punições atuais da Lei Seca RJ

Por exemplo, se o condutor infrator que causar mortes ao volante por estar sob o efeito de álcool (ou outra substância psicoativa que cause dependência). Será punido com prisão de 5 a 8 anos.

De acordo com a Lei Seca em 2019, se o motorista soprar no bafômetro e der positivo, ele vai ser pesadamente multado de acordo com o Art.165 do CTB.

Assim, se houver recusa ao teste do bafômetro, o motorista é multado de acordo com o Art.165-A do CTB. Mas em ambos casos a multa gera a suspensão do direito de dirigir por 12 (doze) meses. Caso a infração seja cometida novamente em 12 (doze) meses, a multa chega a dobrar.

Pelo Art. 306 do Código de Trânsito Brasileiro, ainda há a chance de ser configurado crime de trânsito para quem dirige.

lei seca rj

Novidade na Lei Seca RJ

Há novidades recentes da Lei Nº 13.546, publicada em dezembro de 2017. Os motoristas
embriagados que praticam homicídio no volante terão uma pena maior, de cinco a oito anos de reclusão, como já citado anteriormente.

Com a nova lei o policial não pode, por exemplo, dar fiança de imediato. Pelo contrário, ele deve lavrar o auto de prisão em flagrante e comunicar o Judiciário. Só aí o juiz pode arbitrar fiança, que pode ocorrer só depois da prisão em si.

Por fim, de acordo com um estudo recente do Centro de Pesquisa e Economia do Seguro, órgão da Escola Nacional de Seguros, as novas regras ajudaram a diminuir o número de acidentes com vítimas no país nesses quase dez anos. Felizmente, foram mais de 40 mil vidas poupadas e 235 mil casos de invalidez, diz os estudos.

Portanto, e nova Lei seca alterou o Código de Trânsito Brasileiro (CTB) e trouxe mudanças para a esfera criminal.

Apesar de todas as críticas, a segurança pública vem sendo assegurada de certa forma nesse aspecto. Pois possibilitou menos índices e indicadores de violência no trânsito e acidentes.

lei seca rj

A lei existe apenas por apenas um motivo: dirigir alcoolizado representa um enorme perigo no trânsito. Infelizmente como não podemos contar com consciência de todos, foi tomada essa alternativa. Assim é possível preservar e cuidar da vida do povo brasileiro no trânsito.

Como recomenda o International Center for Alcohol Policies vale mais a certeza da punição do que uma legislação voltada a apreender os transgressores.

Concluindo então sobre a Lei Seca RJ

E não tem jeito não. O melhor meio de se prevenir da multa e penas é primeiramente não bebendo antes de dirigir.

Se você possui algum problema com substâncias proibidas, como o álcool por exemplo, procure ajuda. Há muitos meios de se livrar desse tipo de vício com vários apoios gratuitos. Além disso tudo é comprovado através de anos de experiência.

Evite de qualquer jeito pensar que você possui superpoderes e consegue dirigir mesmo completamente embriagado. Décadas de estudo do efeito do álcool mostra que se você não envolveu em um acidente, você é um sobrevivente sortudo.

Sendo assim não deixe que um momento de ações egoístas destrua a sua vida e a de outras pessoas inocentes. Todo o cuidado é pouco e você precisa obedecer às regras.

Vale também lembrar que é crime avisar sobre blitz através de mensagens. Muitas pessoas já foram multadas e você pode se dar mal. Seja responsável e não arrisque a vida dos outros. Lembre-se que sua decisão pode afetar muita gente inocente!

E aí, gostou do conteúdo? Está precisando recorrer uma multa? Clique aqui e aprenda de um jeito fácil com a nossa ajuda.

Detran – PB: Guia completo sobre a primeira habilitação

Você pretende tirar a sua primeira habilitação pelo Detran – PB? Então saiba que nesse artigo você vai receber todas as informações necessárias. Apesar de parecer um pouco assustador, tirar a primeira habilitação não é nenhum bicho de sete cabeças.

Pensando nisso, resolvemos preparar esse artigo para que você receba as informações necessárias sobre a primeira habilitação. Falaremos sobre o processo da habilitação, o simulado e a consulta da CNH. Não deixe de conferir e boa leitura!

Detran – PB: processo da habilitação

Para que você tire a sua primeira habilitação, é necessário que você siga alguns requisitos de acordo com o artigo 140 do CTB. Em primeiro lugar, você deve ser penalmente imputável. De acordo com a legislação penal, isso significa que você deve se responsabilizar pelos seus atos. Assim, você deve ter entre 18 ou mais anos.

Também é necessário que você saiba ler e escrever. E isso não vale apenas por causa da prova teórica do Detran. É importante porque você vai trafegar pela cidade e precisa saber entender as placas e outras sinalizações.

Vale ressaltar que não é obrigatório ter Ensino Médio Completo. Basta saber ler e escrever o suficiente para entender as sinalizações e outras informações nas ruas.

Além disso, também é necessário que você tenha documento de identidade, como o RG ou algum equivalente, como carteira de trabalho ou passaporte.

Se você atende aos requisitos citados acima, você pode solicitar a sua primeira habilitação.

Detran – PB: passo a passo para tirar a primeira habilitação

  1. Você deve procurar o Centro de Formação de Condutores – CFC e realizar o seu cadastro. Clicando aqui você confere uma relação de CFC’s do Estado da Parnaíba.
  2. Os dados que serão informados nesse cadastro, serão colocados no Registro Nacional de Condutores Habilitados – RENACH.
  3. Feito isso, você deve ir até o Detran – PB para fazer uma foto. Essa deve ficar no cadastro do sistema do Detran e também irá para a sua Carteira Nacional de Habilitação. Fora isso, os atendentes também colherão suas digitais.
  4. O próximo passo é realizar um exame psicológico. Como o próprio nome diz, ele mostra se você tem condições psicológicas para dirigir um veículo automotivo. Além desse você também realiza um exame de vista para averiguar o estado de saúde dos seus olhos.
  5. Se você for aprovado nos dois exames anteriores, você deve voltar ao CFC para marcar as aulas teóricas.

Quanto eu pago para tirar minha CNH na PB?

Obviamente, assim como em todo estado, tirar a carteira de habilitação envolve muitos custos na Parnaíba. As taxas devem ser pagas ao Detran – PB. O mesmo vale para o exame psicológico e o de aptidão física e mental.

Vejamos agora quais são os valores dos exames:

  • Exame de aptidão física e mental: R$ 55,09
  • Exame psicológico: R$ 87,99
  • Permissão Para Dirigir (PPD) para A (motocicletas) ou B (automóveis): R$ 200,70
  • Permissão Para Dirigir (PPD) para AB (duas categorias): R$ 255,79

As aulas teóricas e práticas são de responsabilidade do CFC que você escolher. Esses custos devem ser pagos para eles.

Simulado

Para que você passe na prova teórica, é necessário muito estudo e comprometimento. É importante que você faça as aulas teóricas exigidas pelo Detran, mas também é fundamental que você estude em casa.

Uma boa forma de estudar é por meio dos simulados. Clicando aqui você pode realizar um simulado Detran – PB. É uma prova teórica, com gabarito e respostas para que você teste os seus conhecimentos.

E depois da prova teórica?

Depois que você for aprovado na prova teórica do Detran, você deve realizar, pelo menos, 20 horas/aula de aulas práticas. Essas aulas são importantes para que você faça a prova prática do Detran.

Nela você pegará o veículo e irá dirigir pelas ruas da sua cidade. Após as aulas, você pode realizar a prova prática do Detran. Se você passar, você recebe a PPD – Permissão Para Dirigir. Passado um ano, se estiver tudo regularizado e você não tiver 20 ou mais pontos na PPD, você recebe a CNH.

Detran – PB: consulta de CNH

Você pode consultar a situação da sua CNH ou a pontuação da sua CNH. Para consultar a situação da sua CNH basta clicar aqui e preencher as informações necessárias. Se você quiser verificar a pontuação, clique aqui e preencha os dados solicitados.

Espero que você tenha entendido como funciona todo o processo para retirar a primeira habilitação no Detran – PB. Agora é com você.